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A Igreja se Alegra


A Igreja se alegra por não estar orfã. Nós católicos temos um pai, temos o Papa Francisco. Durante os oito anos do pontificado de Bento XVI, ele não teve receio de nos alertar sobre os caminhos que não poderíamos seguir para alcançar a felicidade. O que o Espírito Santo quer de cada um de nós neste novo tempo que a Igreja está vivendo? A vida de oração é o sustento necessário para nos agarrarmos à cruz de Cristo, pois quando vemos pessoas das nossas famílias longe de Deus, a reação natural é irmos em direção a elas. Porém, este é o momento de ficarmos ainda mais firmes na cruz, pedindo ao Pai pela vida delas.

Santo Irineu afirma: “Este é o motivo pelo qual o Verbo se fez homem, e o Filho de Deus, Filho do homem: para que o homem, entrando em comunhão com o Verbo e recebendo assim a filiação divina, se transformasse filho de Deus.” (Adversus haereses, 3,19,1: PG 7,939; cfr Catecismo da Igreja Católica, 460)

“A alegria de saber que Jesus está vivo, a esperança que enche o coração, não se pode conter. Isso deveria acontecer também na nossa vida. Sentimos a alegria de ser cristãos! Temos que ter a coragem de ‘sair’ para levar esta alegria e esta luz a todos os lugares da nossa vida! A Ressurreição de Cristo é o nosso tesouro mais precioso.” (Papa Francisco, Catequese 2013-0403)

Lembro das palavras do Papa Bento XVI que afirmava da alegria concreta de Deus em nossa vida assim: "Falar de Deus quer dizer antes de tudo ter bem claro o que devemos levar aos homens e às mulheres do nosso tempo: não um Deus abstrato, uma hipótese, mas um Deus concreto, um Deus que existe, que entrou na história e está presente na história; o Deus de Jesus Cristo como resposta à pergunta fundamental do porquê e do como viver."(Papa Bento XVI realizada durante a Audiência Geral, 2012)  

A estes questionamentos temos varios motivos e resposta para elas, mas a uma imagem que descreve a fundamental resposta que é 'a imagem da pesca refere-se à missão da Igreja. Comenta a este respeito Santo Agostinho: “Duas vezes os discípulos começaram a pescar sob o comando do Senhor: uma vez antes da paixão e outra depois da ressurreição. Nas duas pescarias está representada toda a Igreja: a Igreja como ela é hoje e como será depois da ressurreição dos mortos. Agora acolhe uma multidão impossível de ser contada, e compreende bons e maus; e depois da ressurreição compreenderá apenas os bons.”'¹ (Discurso 248, 1)  

Assim a cruz de Cristo nos leva amar. A maior prova de amor de Cristo foi doar a sua vida. Aqueles que abraçam a cruz, não vive simplesmente uma mudança externa, sim um mudança de coração. Confiemos também na intercessão da Virgem Maria, Rainha dos Apóstolos. Ao chamado do Senhor, Ela, bem consciente de sua pequenez, respondeu com total confiança: “Eis-me aqui”. Com sua ajuda materna, renovemos a nossa disponibilidade de seguir Jesus, Mestre e Senhor.

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¹Palavras do Papa antes do Angelus - 10/02/2013.


"Deus vos abençoe!!!"
Fundador Gleydson do Blog Verbo Pai
  
 
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