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Sacramento da Reconciliação



O sacramento da Reconciliação transmite e torna visível de maneira misteriosa estes valores fundamentais anunciados pela Palavra de Deus. Reintegra o homem no contexto salvífico da aliança e os torna a abrir à vida trinitária, que é diálogo de graça, circulação de amor, dom e acolhida do Espírito Santo.

Uma releitura atenta do "Ordo Paenitentiae" ajudará muito a aprofundar, com motivo do Jubileu, nas dimensões essenciais deste sacramento. A maturidade da vida eclesiástica depende em grande parte de seu redescobrimento. O sacramento da Reconciliação, de fato, não se circunscreve ao momento litúrgico-celebrativo, mas sim leva a viver a atitude penitencia assim que dimensão permanente da experiência cristã. É "uma aproximação à santidade de Deus, um novo encontro com a própria verdade interior, turvada e transtornada pelo pecado, uma liberação no mais profundo de si mesmo e, com isso, uma recuperação da alegria perdida, a alegria de ser salvos, que a maioria dos homens de nosso tempo deixou de experimentar" ("Reconciliatio et paenitentia", 31,III).

"Por isso se refere aos conteúdos doutrinais deste sacramento, remeto-me à exortação apostólica "Reconciliatio et paenitentia" (cf. nn.28-34) e ao "Catecismo da Igreja Católica" (cf. nn.1420-1484), assim como às demais intervenções do Magistério eclesiástico. Nestes momentos desejo recordar a importância da atenção pastoral necessária para valorar este sacramento no povo de Deus, para que o anúncio da reconciliação, o caminho de conversão e a mesma celebração do sacramento possam tocar ainda mais os corações dos homens e das mulheres de nosso tempo.

Em particular, desejo lembrar aos pastores que para ser bons confessores terão que ser autênticos penitentes. Os sacerdotes sabem que são depositários de uma potestade que vem do alto: de fato, o perdão que transmitem é "sinal eficaz da intervenção do Pai" ("Reconciliatio et paenitentia", 31,III) que faz ressuscitar da morte espiritual. Por isso, vivendo com humildade e simplicidade evangélica uma dimensão tão essencial de seu ministério, os confessores não devem descuidar sua própria perfeição e atualização em sua formação para que não desfaleçam nessas qualidades humanas e espirituais que são tão necessárias para a relação com as consciências.

Mas, junto aos pastores, toda a comunidade cristã deve ficar envolvida na renovação pastoral da Reconciliação. Isto o impõe o caráter eclesiástico próprio do sacramento. A comunidade eclesiástica é o seio que acolhe ao pecador arrependido e perdoado e, antes ainda, cria o ambiente adaptado para o caminho de volta ao Pai. Em uma comunidade reconciliada e reconcialiante os pecadores podem voltar a encontrar o caminho perdido e a ajuda dos irmãos. E, por último, através da comunidade cristã pode voltar para traçar um sólido caminho de caridade, que faça visível através das boas obras o perdão recebido, o mal reparado, a esperança de poder encontrar ainda os braços misericordiosos do Pai." (Catequese de João Paulo II sobre o Sacramento da Reconciliação, 1999)


Comece sua oração diária pedindo a ação do Espírito Santo de Deus:

“Vinde, Espírito Santo, vinde e enviai-nos do Céu um raio da Vossa Luz. Vinde, ó Pai dos pobres, vinde, autor de todos os dons, vinde, Luz dos corações. Consolador supremo, doce hóspede da alma, suave refrigério. Repouso no trabalho, brandura no ardor, consolo no pranto. Ó Luz Beatíssima, enchei até ao íntimo, o coração dos Vossos fiéis. Sem o Vosso poder, nada existe no homem. E nada há que seja puro.

Lavai toda a mancha, regai toda a aridez, sarai toda a ferida. Abrandai o que é rígido, aquecei o que é frígido, e encaminhai os desviados. Dai aos fiéis, que em Vós confiam, os sete Dons Sagrados, dai-lhes o mérito da virtude, a perseverança final e o gozo eterno. Amém”


"Deus vos abençoe!!!"
Fundador Gleydson do Blog Verbo Pai
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