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Convém educar as crianças em alguma religião?



Eis uma frase que ouvimos quase todos os dias de algumas pessoas que não é muito agradável e inteligente, e que ouvi também, centenas de vezes, a centenas de pessoas.

Uma jovem mãe disse: Não quero ensinar nenhuma religião ao meu filho. Não quero influir sobre ele; quero que seja ele a escolher por si mesmo quando for mais velho. Este é um exemplo muito comum de um argumento corrente, que se repete com frequência e que, no entanto, nunca é verdadeiramente aplicado. É evidente que uma mãe sempre estará a influir sobre o seu filho.

Da mesma maneira, a mãe poderia ter dito: Desejo que seja ele a escolher os seus próprios amigos quando for mais velho; por isso não quero apresentar-lhe as primas e os primos. Mas a pessoa adulta não pode em nenhum caso escapar à responsabilidade de influir sobre a criança; nem sequer quando impõe a si mesma a enorme responsabilidade de não o fazer.

Educar o filho significa da uma escolha certa ao filho como na religião, mas não sem lhe escolher um meio ambiente. Se ela optar por deixar de lado a religião, estará já a escolher um meio ambiente, e, além disso, um meio ambiente funesto e contranatural. O pai que não tem coragem de ser o influenciador na vida do seu filho acaba conhecendo o que o mundo oferece a ele.

As superstições e tradições sociais errônea acaba educando do modo adversa do que aquela família desejava a ele, trazendo um isolamento como uma ilha deserta e sem rumo. É evidente, dizer, para quem pensa durante dois minutos, que a responsabilidade de orientar a infância pertence ao adulto, pela relação que existe entre este e a criança, completamente aparte das relações de religião ou de irreligião.

As pessoas que repetem frases filosóficas como: “deixa que ele aprenda só” ou “o meu bebezinho sabe o que e faz”, são pais preguiçosos que não tem coragem de assumir as responsabilidades cristão. Não tentam unir as suas palavras a uma razão, a uma filosofia. Os filhos ouvem e ver o tudo que os pais ensina certo ou errado. A palavras do seu contexto convencional e aplicá-las a qualquer outro contexto pode leva você a educar o seu filho erradamente.

Ainda há pessoas que resistem a educar os filhos na sua própria religião. Poderia haver igualmente pessoas que se recusassem a educar os filhos na sua própria civilização. Se a criança, quando for mais velha, pode preferir outro credo, é igualmente certo que pode preferir outra cultura. Mas, evidentemente, alguém teve de o educar para que pudesse chegar a esse estado de lamentar uma coisa ou outra; e a responsabilidade mais grave de todas é talvez a de não guiar a criança para nenhum fim. A verdadeira educação vem de pais prudentes e sensatos que sabem o que e certo ou errado para o seu filho eduque-o na sua religião que e a única a de Cristo Jesus.`

Adptação do texto Charlas, II, Acerca de las nuevas ideas,
Obras completas I, Ed. Plaza Janés, p. 1099-1100.

Deus te abençoe!!!
Fundador Gleydson do Blog Verbo Pai
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