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A Salvação vem de forma humilde

Celebramos o tempo do Advento e com isso meditamos sobre a vinda do Salvador e nesta reflexão recordamos as palavras de Deus no Antigo Testamento onde revela, pela boca dos profetas, as promessas de libertação que iria realizar a favor de seu povo. Essa libertação não é fruto da ação humana que iria engendrar algum sistema que traria uma renovação ao povo, mas é pura ação de Deus que mudaria o rumo da história humana, com isso o povo fica na expectativa e na imaginação de como se daria essa mudança. Mas como Deus sempre surpreende seu povo, nada do que haviam imaginado foi o que sucedeu. 
 

A Salvação vem de forma humilde e pobre no nascimento do Filho de Deus que assumiu nossa humanidade contrariando toda a razão humana. Somente Deus poderia surpreender seu povo dando o que lhe é mais caro – Seu Filho único – fazendo dos homens pessoas mais valorosa que Seu próprio Filho.
 
Olhando para o Profeta Baruc as promessas de Deus vêm de forma espetacular “Sim, Deus guiará Israel, com alegria, à luz de sua glória, manifestando a misericórdia e a justiça que dele procedem”. Nosso Deus é alegria e ama seu povo de forma incondicional e fará tudo para que seu povo experimente esse amor. Amor manifestado de forma plena na pessoa do Filho que trouxe uma nova vida a todos os homens de boa vontade. E aqueles que aderiram à proposta de vida anunciada por Jesus vivem uma nova realidade, neste próprio mundo é o que vemos na segunda leitura a relação de São Paulo com a comunidade de Filipos, essa relação é tão intensa e a experiência de irmandade tão rica que o Apóstolo lhes dá um tratamento que não encontramos nas outras cartas do Apóstolo. Aqui já vemos em ação as promessas do Pai realizadas no Antigo Testamento, mas ainda estão em curso, pois as realizações das promessas ainda não terminaram.
 
No evangelho vemos Lucas nos dando uma posição histórica sobre a pessoa de João Batista e seu chamado a preparar o “caminho do Senhor”. Lucas faz questão de nominar os poderes da época para intensificar a manifestação das promessas do Pai que na “Plenitude dos Tempos” envia o Salvador. Assim Deus toma de forma única e totalmente nova a pessoa de João para criar um batizado de conversão e o anúncio de que a salvação está bem próxima.
Mas “muitas águas vão rolar por debaixo da ponte”. João anuncia, Jesus realiza parte de sua missão, mas os homens ainda não chegaram ao que o Pai deseja: “E todas as pessoas verão a salvação de Deus”. Infelizmente nem todas as pessoas virão a salvação, mas este é o tempo da Igreja, é o nosso tempo, o tempo do anúncio do Evangelho, de proporcionar que a salvação atinja a outros e o mundo seja transformado no amor de Deus.
 
Advento é tempo de espera, mas é tempo de alegria, pois o amor de Deus é manifestado em nossos corações.

Fonte: site Com Deus

"Deus vos abençoe!!!"
Fundador Gleydson do Blog Verbo Pai
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