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A Intimidade com Deus



Nós possuímos realmente a vida de Deus juntamente com Ele, ainda que seja de uma maneira limitada, como corresponde às criaturas. Ora, esta participação impele-nos a viver essa vida, a realizá-la e imitá-la, porque, na verdade, só podemos possuir a vida divina na medida em que a vivermos e realizarmos em nós. Eis a razão pela qual só conseguimos alcançá-la quando o nosso espírito está intimamente unido a Deus.

Um espírito une-se a outro pela realização em comum dos seus atos vitais. E este princípio abre novos horizontes à grandeza da nossa vocação, porque, na participação da vida divina, trata-se nada menos do que de assimilar conscientemente o saber e o pensar divinos, o seu querer e o seu amor (e assim realizar e viver a vida de Deus). É o que se verifica quando nos unimos à ação de Deus, que vive na nossa alma, na medida da nossa capacidade humana de simples criaturas, em total subordinação a Deus e em completa e livre dependência da sua vontade.

Com-viver a vida de Deus, partilhar do seu pensamento e do seu querer, realizar com Ele as suas obras é, de fato, um programa de extraordinária grandeza. A nossa vida já não se move apenas no plano puramente natural e humano, quer seja no domínio do pensamento e do critério, quer no âmbito do querer e da ação. Torna-se agora uma vida sobrenatural, uma vida elevada a um plano infinitamente superior ao da vida natural. É uma vida intimamente ligada à vida de Deus, que é infinitamente santa, rica e poderosa. E Deus, que vive e age na alma em estado de graça, invade-a e penetra-a até o íntimo com a sua luz e a sua pureza, com a sua aversão a tudo quanto seja impuro e perverso, com os seus pensamentos e a sua força, com o seu amor e a sua felicidade.

É desta maneira que a alma se torna “deiforme”, não só na sua substância como nos seus sentidos e aspirações, no agir e no querer, nos sentimentos e nos juízos: numa palavra, torna-se verdadeiramente, em toda a sua atitude e conduta, uma brilhante imagem e semelhança de Deus, uma revelação e uma irradiação da vida divina. Tal é o segredo dos santos: compreenderam claramente que, com a ajuda de Deus, era preciso exprimir, nas suas vidas, essa vida, esse querer e esse agir divinos que contemplavam no santuário das suas almas. É este o elevado destino que nos coube em sorte: con-viver a vida do Deus santo, forte e grande. Com esse fim, o Deus infinito, desce à nossa alma e nela estabelece a sua morada. Somos morada de Deus: Se alguém me ama, guardará a minha palavra e meu Pai o amará, e viremos a ele e nele faremos a nossa morada (Jo 14, 23).

O Pai, o Filho e o Espírito Santo habitam na alma que possua a graça santificante e vivem nela a mesma vida santa e feliz que vivem no céu. Por isso, Deus dá-se amorosamente a essa alma, penetra-a, abrasa-a, aviva-a com a plenitude da sua luz, da sua força e da sua santidade, e absorve-a com todas as suas potências e ações.

É então que a alma já não pode senão viver, alegremente e com uma entrega total e livre, essa vida que Deus vive na sua mais profunda intimidade. E é assim que o homem se sente progressivamente dominado e transfigurado pelo poder da vida divina. Eleva-se cada vez mais acima da vida puramente natural, com as suas fraquezas, as suas limitações e a sua inclinação para o que é inferior, terreno e transitório. Liberta-se da vinculação desordenada ao próprio “eu” e ao pequeno mundo que o rodeia e, de dia para dia, apreende de uma maneira mais perfeita o estilo da vida divina. A sua vida torna-se semelhante à vida de Deus, isto é, santifica-se.

Cristo, o Filho de Deus feito homem, vive diante de nós essa vida divina de uma forma humanamente visível. O que Ele pensa e quer, o que faz e o que padece, a sua oração e o seu sacrifício, o que nos ensina, tudo isso é manifestação da vida divina numa forma humana, entre nós, homens, e para nós. Por isso o Pai nos diz: Ouvi-o (Mt 17, 5). Por isso o Senhor nos reúne à sua volta e nos insiste: Aprendei de mim (Mt 11, 29). Aquele que vive com Cristo a vida divina tem de escolher com Ele a pobreza, a dependência da vontade alheia, a privação, a Cruz, o recolhimento, a vida de silêncio e de oração. Em suma, tem de escolher aquilo de que o homem normalmente foge e que afasta por todos os meios.

A nossa vocação é sermos conformes à imagem do seu Filho (Rom 8, 29), revestir-nos do Senhor Jesus Cristo (cfr. Rom 13, 14), de tal maneira que assim como trouxemos a imagem do terreno, tragamos também a imagem do celeste (1 Cor 15, 49). Na medida em que realizarmos a imitação de Cristo, nessa medida viveremos a vida divina e poderemos santificar-nos e tornar-nos semelhantes a Deus. Por isso, a imitação de Cristo situa-se no centro do esforço e do ideal cristão, como forma de vivermos a vida divina, na medida da nossa condição de criaturas, e de atingirmos a perfeição.

A fim de que na realidade vivamos a vida divina e possamos dar um conteúdo e um valor plenos aos nossos afazeres e cuidados da vida diária, Cristo, o Senhor, une-nos em comunhão de vida com Ele e faz-nos membros do seu corpo, sarmentos da videira que Ele é. Assim como o ramo não pode de si mesmo dar fruto, se não permanecer na videira, assim também vós, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira e vós os ramos. Quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto, porque, sem mim, nada podeis fazer (cfr. Jo 15, 4-5). Para que vivamos a sua vida, Cristo incorporou-nos nEle pelo Batismo e aprofunda essa união através da Eucaristia, de modo a adquirirmos forças para vivermos segundo a vida divina, tal como a videira comunica e sustenta os sarmentos a partir da sua própria vida.

Além disso, Deus, no batismo, infundiu-nos a rica plenitude das virtudes sobrenaturais. Em primeiro lugar, as três virtudes teologais da fé, da esperança e da caridade; depois, as virtudes cardeais: justiça, prudência, fortaleza e temperança; e ainda, em estreita relação com as já mencionadas, todo o conjunto de virtudes sobrenaturais que acompanham a graça santificante: a virtude da religião, a humildade, a pureza, a paciência, a obediência.

Estas virtudes sobrenaturais que, de começo, são apenas sementes delicadas que se encontram em germe, ganham raízes na alma e desenvolvem-se até criarem em nós uma capacidade e uma certa prontidão que nos permitem, com alguma facilidade e segurança, conhecer o mal e afastar-nos dele. Ajudam-nos a compreender e a enfrentar a vida diária – com todas as suas contrariedades, ocupações, dissabores e sofrimentos – de uma maneira muito diferente de como vê, julga e vive o homem puramente natural. É uma maneira semelhante à que Deus tem de ver e julgar as coisas e os homens, os seus pensamentos, as suas intenções e as suas obras, ou seja, uma maneira sobrenatural.

Por isso, a primeira virtude fundamental é a da fé. Pela fé, elevamo-nos acima do poder e da luz da razão natural. A fé ilumina a razão com luzes sobrenaturais e dá-lhe forças para se identificar com o conhecimento e o critério divinos, para ver – se assim nos podemos exprimir – com os olhos de Deus. Pela fé, o nosso espírito une-se ao espírito de Deus de tal maneira que o nosso conhecimento e o nosso juízo adquirem algo da elevação, da segurança e da verdade que têm o conhecimento, o juízo e o saber divinos.

O ato de fé ultrapassa todo o poder e toda a capacidade simplesmente humanos. É um ato sobrenatural de participação no saber divino, um olhar, um julgar e avaliar as coisas segundo as medidas divinas. Por isso, a fé, e só a fé, pode compreender as bem-aventuranças do Sermão da Montanha: a bem-aventurança do espírito de pobreza, a da mansidão e a dos que choram, a dos pacíficos, a dos insultados, desprezados e perseguidos por amor de Cristo. É uma atitude, um critério e um juízo de valor sobre as coisas e os acontecimentos a que jamais poderiam chegar o pensamento e o critério puramente naturais. Daí que seja considerada como uma insensatez por todos quantos pensam em termos exclusivamente humanos.

A segunda virtude fundamental é a esperança, que nos é infundida na alma pelo batismo, juntamente com a fé e a caridade. É a força que impulsiona a vida cristã. Faz-nos esperar com segurança a felicidade eterna que nos é prometida por Deus e que Jesus Cristo, o Redentor, nos alcançou. Dá-nos ao mesmo tempo a firme convicção de que Deus nos concederá tudo quanto é necessário para a nossa salvação eterna.

Pelo fato de Deus nos ter dado a sua palavra, abandonamo-nos nela com a confiança de que, com a graça divina, poderemos conseguir aquilo que Ele nos prometeu. Conhecemos, sem dúvida, as dificuldades que é preciso enfrentar para conseguir a vida eterna. Sabemos que as forças humanas de modo algum são suficientes para alcançar o céu. E sabemos ainda que não somos capazes por nós mesmos do menor pensamento (sobrenaturalmente bom), como vindo de nós mesmos (2 Cor 3, 5). Mas, apesar de tudo, reconhecemos com São Paulo: Tudo posso nAquele que me dá forças (Fil 4, 13).

É este o segredo do cristão: quanto mais convencido está de que, na obra da sua salvação, não pode apoiar-se nas suas próprias forças humanas, tanto mais o poder divino se põe à sua disposição por meio da virtude da esperança. Quanto mais o homem conta com a ajuda de Deus, com a sua fidelidade e a sua graça, tanto mais experimentará que Deus trabalha com ele. E poderá, assim, sentir que são para ele as palavras que ouviu de São Paulo: É na fraqueza que o poder (de Deus) se manifesta por completo (2 Cor 12, 9). Na insuficiência do homem revela-se a onipotência de Deus e a sua ação onicompreensiva, a que o cristão deve unir-se nos seus pensamentos, no seu querer e nas suas ações sobrenaturais, colaborando com Deus numa plena submissão. Alegre, vitorioso, cheio de coragem e de confiança em Deus, pode fazer suas as palavras do Apóstolo: Posso tudo! E a esperança não engana, porque a caridade de Deus foi derramada em nossos corações pelo Espírito Santo, que nos foi dado (Rom 5, 5).

Agora, pois, permanecem estas três coisas: a fé, a esperança e a caridade; porém, a maior delas é a caridade (1 Cor 13, 13). A caridade no batizado é qualquer coisa de inteiramente novo, divino, é uma participação na caridade de Deus. É um amor introduzido no fogo e na pureza do amor divino e, por isso, da “mesma espécie” do amor de Deus.

Deus ama-se a si próprio e ama todas as coisas criadas. Ama-se a si próprio por ser o único bem no qual se compendia a plenitude de todos os bens. E ama todos os seres que criou precisamente por amor de si próprio, por serem um reflexo e uma irradiação de si mesmo, uma imagem em que se reconhece e se ama a si mesmo.

A nossa condição de cristãos eleva-nos até essa forma divina do amor. Amamos a Deus por si mesmo e amamos os seres criados – os homens e as coisas – por amor de Deus, referindo tudo a Ele, isto é, amando como Deus ama. Com o nosso amor, penetramos até junto de Deus e, então, tudo quanto amamos, amamo-lo a partir de Deus. Dessa maneira, nós, os cristãos, amamos a Deus e amamos todas as coisas criadas tal como Ele as ama, precisamente porque o nosso amor é introduzido e se ordena segundo a torrente do amor santo com que o próprio Deus ama. É por isso que se trata de um amar verdadeiramente sobrenatural, infinitamente superior a qualquer amor simplesmente humano, por muito nobre que seja. A caridade cristã é o amor de Deus derramado em nossos corações pelo Espírito Santo (Rom 5, 5).

Não nos pode, pois, surpreender que a verdadeira caridade cristã seja tão forte, tão poderosa, tão heróica. A caridade é paciente, a caridade é bondosa. Não tem inveja. Não é orgulhosa. Não é arrogante nem escandalosa. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas rejubila-se com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo sofre (1 Cor 13, 4-7). O poder da caridade cristã é tão grande precisamente por ser uma participação no amor de Deus. É-o de tal maneira que penetra e invade todo o nosso querer, assimilando-o ao querer divino, fazendo que queira com a vontade de Deus, infinitamente pura e santa, e unindo-o estreitamente a ela. E nada pode existir para nós de mais santo e mais orientador que querer juntamente com o querer divino, que entregar a nossa vontade à vontade de Deus. O homem é feliz quando alcança esse amor de conformidade em todas as ocasiões, na alegria e na dor, e quando já não segue a sua própria vontade, os seus próprios desejos e caprichos, mas chega a atingir uma total unidade com o querer de Deus.

No Batismo, além da graça santificante e das virtudes sobrenaturais, também nos são infundidos os dons do Espírito Santo: os dons da sabedoria, do entendimento, do conselho, da piedade, da ciência, da fortaleza e do temor de Deus.

Embora se encontre sob o influxo da graça, a nossa natureza permanece entravada pelas conseqüências do pecado original, pela sua própria imperfeição, e de per si não é capaz de aspirar de uma maneira perfeita aos objetivos sobrenaturais. Falta-lhe o impulso interior necessário para se elevar, sempre e a todo o momento, aos cumes da santidade. No entanto, é desígnio de Deus que possamos alcançar essas alturas.

Precisamente por isso, Deus infunde na nossa alma os dons do Espírito Santo, os quais nos elevam a um estado que nos permite seguir sem resistência os apelos divinos e nos fazem alcançar os altos cumes da vida cristã. Domina-nos e impele-nos uma força completamente nova, que já não é a das considerações ou dos meros impulsos humanos, antes procede diretamente do Espírito Santo, que é quem nos arrasta e nos impele.

Passamos a ser como barcas no alto mar, que não avançam à força de remos, mas poderosamente impelidas pelo vento que enfuna as velas. Possuídos e impelidos pelo Espírito Santo, elevamo-nos a obras verdadeiramente santas e agimos nelas de uma forma que ultrapassa de longe o modo simplesmente humano de pensar, agir e sofrer. É o próprio Deus, o Espírito Santo, quem acomete essas obras: nós, deixamo-nos levar. A nossa vontade humana passa a situar-se no ritmo e no modo de querer e de operar divinos. As nossas obras são mais obras de Deus que obras nossas. E é então que compreendemos o que São Paulo quis dizer quando escrevia: Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor (1 Cor 1, 31); É Deus quem opera em nós o querer e o agir (Fil 2, 13).

A plenitude do nosso destino, o viver com Deus a sua vida divina e participar dela, atinge a sua perfeita realização na vida do além, no céu. No céu seremos semelhantes a Deus, porque o veremos como Ele é (1 Jo 3, 2); nós agora vemo-lo como por um espelho, em enigma; mas, então, vê-lo-emos face a face. Agora conheço-o em parte; mas então hei de conhecê-lo como eu mesmo sou conhecido (1 Cor 13, 12).

Conheceremos a Deus tal como é em si mesmo, na plenitude do seu ser e das suas perfeições, na sua sabedoria, na sua justiça e na sua misericórdia, na sua pureza e na sua santidade, na infinita fecundidade que se desenvolve entre as três Pessoas divinas. E esta contemplação de Deus far-se-á acompanhar do entusiasmo de um amor nunca experimentado na terra, que se apossará de nós e nos arrastará por completo, tornando a alma profundamente feliz: um amor que nunca há de acabar.

Como são possíveis esta contemplação de Deus e este eterno êxtase de amor? Somente porque Deus nos faz participar da sua natureza e do seu modo de conhecer-se e amar-se, e porque nos permite viver, juntamente com Ele, no conhecimento e amor divinos. Experimentaremos eternamente o que querem dizer as expressões: nascido de Deus (cfr. Jo 1, 13) e participantes da natureza divina (cfr. 2 Pe 1, 4), e que verdadeiramente sejamos filhos de Deus e herdeiros de Deus (cfr. Rom 8, 16-17). Desta maneira alcançaremos o nosso último fim, que não é o homem, mas Deus: que o seu nome seja santificado, que a sua vontade seja feita. Tudo quanto o homem é, tudo quanto possui em dons da natureza e da graça, em virtudes e em santidade, a sua vida, o seu destino, os seus bens, tudo quanto não é Deus, apenas tem o caráter de meio e de caminho para atingir o seu último e mais elevado fim: a glória de Deus.

Quanto mais perfeitamente possuirmos e vivermos a vida divina, tanto mais os nossos sentimentos e as nossas aspirações, o nosso agir e o nosso sofrer serão uma glorificação de Deus. E tanto mais maravilhados ficaremos perante a infinita plenitude de Deus, e amá-lo-emos, dando-lhe graças, saboreando a sua felicidade, deixando-nos arrastar pela torrente da sua bem-aventurança, numa incessante atitude de louvor.

Na medida em que possuirmos e vivermos a vida de Deus, mais plenamente cumpriremos o grande – e no fundo o único – preceito que nos foi dado por Deus: Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, e com toda a tua alma, e com todo o teu entendimento, e com todas as tuas forças (Mc 12, 30) Amarás! O amor é a mais elevada glorificação. No amor se encerram todo o nosso ser e todo o nosso querer.

Amarás! Este é o grande mandamento que contém todos os outros; é o grande dever que encerra em si todos os deveres. Tudo quanto não se dirige, através do amor, à glorificação de Deus, é nada e carece de conteúdo. Quando Deus nos chamou à existência, criou-nos para a sua glória; mas fê-lo de tal maneira que pela posse e pela participação na vida divina realizássemos aquilo que o nosso próprio ser reclama: a salvação, felicidade em Deus. Ele uniu o nosso interesse ao seu interesse, a nossa vida à sua vida, a nossa felicidade à sua felicidade, e só alcançaremos essa felicidade na medida em que o glorifiquemos e o sirvamos com amor.

Na verdade, Deus pensou tudo infinitamente bem para assegurar aos homens a felicidade. Foi para isso que lhe deu os seus mandamentos, e é para isso que envia fadigas, provações, amarguras e sofrimentos na vida terrena: porque nos chamou a um destino altíssimo e é dessa maneira que nos pode conduzir a tal fim.

E nós, os homens? Pensamos pouco nisso, apesar de ser o que mais nos interessa. Meditamos pouco acerca do plano de Deus em relação a nós. Esquecemo-nos de tudo quanto temos de agradecer ao Filho de Deus: se Ele não tivesse vindo, se não tivesse tomado a sua cruz e expiado os nossos pecados na sua morte, continuaríamos eternamente afastados de Deus, na noite e na morte. Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância (Jo 10, 10).

Temos de viver a partir da fé. E o conhecimento das grandes coisas que Deus projetou em relação a nós tornar-nos-á mais corajosos e mais felizes.

Texto extraido do site http://www.quadrante.com.br/

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