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« ABRI AS PORTAS AO REDENTOR! »


"Que este período seja, pois, um Ano verdadeiramente Santo; que seja um tempo de graça e de salvação, porque santificado mais intensamente pela aceitação das graças da Redenção por parte da humanidade do nosso tempo, mediante a renovação espiritual de todo o Povo de Deus, que tem Cristo como Cabeça, « o qual foi entregue à morte por causa dos nossos pecados e ressuscitado para a nossa justificação ».

Toda a vida da Igreja está imersa na Redenção e respira a Redenção. Para nos remir, Cristo veio do seio do Pai a este mundo; para nos remir, ofereceu-se a si mesmo na Cruz, num ato de amor supremo pela humanidade, deixando à sua Igreja o seu Corpo e o seu Sangue « em sua memória » e fazendo dela ministra da reconciliação, com o poder de perdoar os pecados.

A Redenção é comunicada aos homens mediante a proclamação da Palavra de Deus e os Sacramentos, naquela economia divina para a qual a Igreja, Corpo de Cristo, foi constituída « como sacramento universal de Salvação ». O Batismo, sacramento do novo nascimento em Cristo, insere vitalmente os fiéis nessa corrente que brota do Salvador. A Confirmação vincula-os mais intimamente à Igreja e fortifica-os no testemunho de Cristo e no amor coerente para com Deus e para com os irmãos. A Eucaristia, em particular, torna presente toda a obra da Redenção que, ao longo do ano, é perpetuada na celebração dos mistérios divinos; nela, o próprio Redentor, realmente presente sob as sagradas espécies, dá-se aos fiéis e, aproximando-os « sempre daquele amor que é mais forte do que a morte », une-os a si e, ao mesmo tempo, entre si. E deste modo a Eucaristia constrói a Igreja, dado que é sinal e causa da unidade do Povo de Deus e, por conseguinte, fonte e vértice de toda a vida cristã. A Penitência purifica os mesmos fiéis, como em seguida se dirá mais amplamente. A Sagrada Ordem configura os escolhidos a Cristo, Sumo e eterno Sacerdote, e confere-lhes o poder de em seu nome apascentar a Igreja, com a palavra e com a graça de Deus, sobretudo no culto da Eucaristia. No Matrimónio, « o autêntico amor conjugal é assumido no amor divino e é firmado e enriquecido pela virtude redentora de Cristo e pela ação salvífica da Igreja ». Finalmente, a Unção dos Enfermos, unindo os sofrimentos dos fiéis aos do Redentor, purifica-os em ordem à redenção completa do homem, também quanto ao corpo, e prepara-os para o encontro beatificante com Deus Uno e Trino.

Que a Igreja toda, pois, desde os Bispos até aos mais pequenos e humildes dentre os fiéis, se sinta chamada a viver a última parte deste vigésimo século da Redenção com um renovado Espírito de Advento, que a prepare para o Terceiro Milénio que já está próximo, com os mesmos sentimentos com que a Virgem Maria esperava o nascimento do Senhor na humildade da nossa natureza humana. Do mesmo modo que Maria precedeu a Igreja na fé e no amor ao alvorecer da era da Redenção, assim a preceda hoje, quando a mesma Igreja, neste Jubileu, se encaminha para o novo Milénio da Redenção." (Bula de Proclamação do Jubileu pelo 1950º Aniversário da Redenção, JOÃO PAULO II)

De um modo especial quando nos encontramos com Deus – pela fé – recebemos a vida nova. A graça é a mão de Deus que se estende para lhe dar a salvação e a vida, e a sua fé é a sua mão que se estende para recebê-las. Você pode tudo porque pode acreditar. E você não acredita em qualquer coisa, mas em uma Pessoa! Abra a porta para Jesus por meio de sua fé. Deus permite que você recomece para ser feliz. A solução que você veio buscar não é para Deus tirar seu sofrimento, mas aumentar a sua fé. Quanto mais fraco você se sentia, tanto mais forte foi seu grito. Acredite: “Se creres verás a glória de Deus” (Jo 11,40c).
"Deus vos abençoe!!!"
Fundador Gleydson do Blog Verbo Pai
Verbo Pai

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