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São João Batista, a voz que clama no deserto!



São João Batista em vida era conhecido como o “batizador”, filho de Zacarias e de Isabel, ambos de origem sacerdotal. O nome “João” significa “Deus é propício”. E a criança concedida a Zacarias e Isabel, já em idade avançada, recebeu este nome pois, já o estava vaticinado na Escritura como o precursor do Messias e encarnava o caráter forte de Elias. As suas missões eras semelhantes “no espírito e no poder”. Foi enviado para preparar o “povo perfeito” para o advento do Messias, ou, “endireitar os caminhos do Senhor”. Foi santificado pela Graça Divina antes mesmo que seus olhos se abrissem à luz: “Eis – diz Isabel repleta do Espírito Santo, a Maria – quando tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança estremeceu de alegria em meu ventre” (Lc 1, 44).

Conforme a cronologia sugerida pelo Anjo Gabriel este teria sido o sexto mês da gestação de Isabel. O nascimento de João foi fixado pela Igreja Latina
três meses após a Anunciação e seis meses antes do Natal. Dessa forma, a celebração da Natividade

do Batista é,com a do nascimento de Jesus e de Maria, a única festa litúrgica que a Igreja dedica ao nascimento de um santo.

São João Batista é o primeiro santo venerado na Igreja Universal com uma festa litúrgica particular, em data antiqüíssima. Santo Agostinho nos diz que o santo já era comemorado em 24 de Junho na Igreja africana.

Igualmente antiga é a celebração da vigília do santo, conhecida já pelo Sacramentário Leonino, suprimida somente pelo novo calendário. Isso atesta o grande interesse que em todas as épocas suscitou este austero profeta, definido pelo próprio Cristo como “o maior entre os nascidos de mulher” (cf. Lc 7, 28).

Na história da redenção, João Batista está entre as personalidades mais singulares: é o último profeta e o primeiro apóstolo, enquanto precede o Messias e lhe dá testemunho. “É mais que um profeta – disse ainda Jesus. É dele que está escrito: eis que envio o meu mensageiro à tua frente; ele preparará o teu caminho diante de ti” (Mt 11,10).

No ano décimo quinto do imperador Tibério (27-28 a.C), o Batista, que tinha vida austera, segundo as regras dos narizeus, iniciou sua missão, convidando o povo para preparar os caminhos do Senhor, pois, era necessária uma sincera conversão para acolhê-lo, isto é, uma mudança radical das disposições do espírito. Dirigindo-se a todas as classes sociais, despertou o entusiasmo entre o povo e o mau humor entre os fariseus, a assim chamada aristocracia do espírito, cuja hipocrisia ele reprovava.

Nos dias atuais duas características de São João Batista devem ser observadas e tomadas como exemplo e reflexão: era o castigador da hipocrisia e da imoralidade. O rigor moral com que pregava e também punha em prática o fez pagar com o seu próprio martírio, já que não cedeu nem diante da ameaça da morte. O evangelho de São Lucas nos fala de sua vida no deserto e sua pregação. O de São Marcos particulariza mais a sua morte.

.:Adaptação e Trechos de Artigos tirados do Site http://www.paroquiasaojoaobatista.org.br/padroeiro.html

Deus abençoe você!!!
Fundador Gleydson do Blog Verbo Pai
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