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Amar é Doer o Tempo Todo!


Amar é doer o tempo todo. Você ama um filho e sabe que ele precisa ir para a escola, mesmo que ele fique lá gritando e você saia chorando, porque ele precisa se desprender de você. (Pe. Fábio de Melo, scj) “O amor é paciente, o amor é bondosa. Não tem inveja. O amor não é orgulhoso. Não é arrogante.”(Cor 13, 4) Você, mãe, tem medo quando ver seu filho aprendendo a andar, a ser adolesceste até vira adulto, porque que aquela criança não e mais uma bebe inocente que não pode mais levar no colo bom agora ele é um homem para o mundo. Mas você vai pastorear esse menino o tempo todo. Mãe que não sabe perder, não sabe educar o filho.

A vida, às vezes, nos faz parar para ver a sua beleza, mas também a sua tragédia. E nada pode nos parar. É a junção do calvário e sepulcro vazio que dão sentido à nossa vida. O que vai fazer a diferença é o modo como você encara o momento que vive. Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus e Deus nele (1 Jo 4, 16). Assim é a vida no amor maior que o próprio Deus que educa cada pessoa a vivenciar este amor.

A vida é inteligente o tempo todo. A morte é um processo natural de dar lugar ao outro. Está certo que a gente ama, mas você não pode ficar parado. Não pare naquele momento, porque o definitivo é destrutivo sempre. O definitivo chama-se inferno e quem cai no definitivo corre o risco da arrogância. Amor sobrevive daquilo que não sabemos do outro, mas desconfiamos, estamos descobrindo a cada dia. É um enamora a cada dia vencendo as barreiras das indiferenças que colocamos no caminho.

Depois de termos refletindo sobre a essência do amor e o seu significado(...), resta uma dupla pergunta a propósito do nosso comportamento. A primeira: é realmente possível amar a Deus, mesmo sem O ver? E a outra: o amor pode ser mandado? Contra o duplo mandamento do amor, existe uma dupla objeção que se faz sentir nestas perguntas: ninguém jamais viu a Deus — como poderemos amá-Lo? Mais: o amor não pode ser mandado; é, em definitivo, um sentimento que pode existir ou não, mas não pode ser criado pela vontade. A Escritura parece dar o seu aval à primeira objeção, quando afirma: « Se alguém disser: "Eu amo a Deus", mas odiar a seu irmão, é mentiroso, pois quem não ama a seu irmão ao qual vê, como pode amar a Deus, que não vê? » (1 Jo 4, 20). Este texto, porém, não exclui de modo algum o amor de Deus como algo impossível; pelo contrário, em todo o contexto da I Carta de João agora citada, tal amor é explicitamente requerido.

Nela se destaca o nexo indivisível entre o amor a Deus e o amor ao próximo: um exige tão estreitamente o outro que a afirmação do amor a Deus se torna uma mentira, se o homem se fechar ao próximo ou, inclusive, o odiar. O citado versículo João deve, antes, ser interpretado no sentido de que o amor ao próximo é uma estrada para encontrar também a Deus, e que o fechar os olhos diante do próximo torna cegos também diante de Deus.

Com tudo isto pode dizer amar é doer o tempo todo, como muitas vertentes que são o amor incondicional ao meu irmão.

Deus abençoe você!!!
Fundador Gleydson do Blog Verbo Pai
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