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Diante de Jesus Eucarístico



Quando dobramos os nossos joelhos em adoração diante do Cristo Eucarístico, nós percebemos que “é pelo reconhecimento do Ressuscitado que os discípulos missionários não têm receio de viver neste mundo, assumindo o entardecer em tão numerosas situações. Para os que creem, a presença de Jesus Eucarístico oferece novo olhar sobre o mundo que os cerca; ela os convoca à missão pascal, e as situações obscuras são iluminadas pelo testemunho de vida e pelo anúncio convicto de que Jesus, vivo, permanece junto aos seus para a salvação da humanidade inteira”. (Texto-base do XVI CEN, pág. 60).

“O culto da Eucaristia é o sol dos belos dias, que aquece, reanima e fecunda a natureza e faz crescer e amadurecer os frutos por toda a parte. Mas quando o Santíssimo Sacramento é esquecido, encerrado num canto da sacristia, assemelha-se então ao sol do inverno que, brilhando durante algumas horas apenas, deixa a terra sempre fria e gelada”. (São Pedro Julião Eymard, Flores da Eucaristia, página 328).


O Santo Padre, o Papa Bento XVI, nos ensina: “Adorar é dizer: Jesus, eu sou teu e te sigo na minha vida. Não quero jamais perder essa amizade, essa comunhão contigo. Eu poderia dizer também que adoração é essencialmente um abraço com Jesus em que lhe digo: Eu sou teu, e te peço, fica sempre comigo”. (Respostas do Papa Bento a um grupo de crianças em 15 de outubro de 2005).

“Diante de Jesus Eucarístico aprendemos a reconhecer as tantas vozes que se alvoroçam em nossa alma, a distinguir os erros e falácias das ideologias que norteiam nossas sociedades modernas e que também estão presentes em nós; aprendemos, enfim, a silenciar diante da voz de Deus que nos gera na Verdade”. (Gaudium et spes, nº 22).

Adorando a Jesus, Hóstia Santa, nós reconhecemos que “na Eucaristia, Ele caminha conosco, como outrora com os discípulos de Emaús, fazendo-Se constantemente nosso contemporâneo”. (Meditações e orações do Cardeal Joseph Ratzinger, na Via Sacra de 2005). Como é bom permanecer com o Cristo Eucarístico! Como é bom poder suplicar: “Fica conosco, Senhor!” Que a nossa oração seja eficaz, pois “foi eficaz a oração de Cléofas e do seu companheiro. Que pena se tu e eu não soubéssemos ‘deter’ Jesus que passa! Que dor, se não Lhe pedimos que fique!”. (São Josemaría Escrivã, “Sulco, nº 671”).

“Pela comunhão eucarística, estamos todos comprometidos na construção de um mundo novo e reconhecemos que isso não vem de nós mesmos, mas Daquele que nos chamou”. (Texto-base do XVI CEN, página 76).

A Eucaristia é portanto o traço de união da família cristã; sem Ela não existe fraternidade. São por acaso irmãos os católicos que não frequentam a Santa Comunhão? É impossível dizer que sim, e nas famílias em que o pai e os irmãos não comungam dissipa-se o espírito de união, a mãe se torna mártir e as irmãs, sofredoras. Não, sem a Eucaristia não há família. Mas se Jesus reaparece, ela renasce.

Ah! Jesus sabia muito bem que enquanto houvesse família cristã era necessário que Ele fosse o seu pai, centro, alegria e felicidade! Assim, quando nos encontramos, podemos saudar-nos fraternalmente, porque nos levantamos de uma Mesa comum, do mesmo modo como os Apóstolos chamavam instintivamente irmãos aos fiéis dos primeiros tempos. (São Pedro Julião Eymard, “Flores da Eucaristia, páginas 395 e 396”).

"Feliz Ano Novo!!!"
Fundador Gleydson do Blog Verbo Pai
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