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O Medo de Desidir



Certa vez, ao comentar o medo do compromisso, que tantos homens experimentam em nossos dias, observa João Paulo II:
"Esse medo... Provem de uma perda do sentido da vida. Muitos já não percebem a vida em seu conjunto, como um todo que implica uma opção e um direcionamento. Vivem-na por fatias sucessivas, sem ver mais longe do que o fim de uma fase e o início da seguinte - quando chegam a vê-los! Ora é preciso comprometer-se totalmente. A vida religiosa e a vida matrimonial são duas modalidades de tal compromisso absoluto. Infelizmente muitos hoje carecem de uma visão clara da finalidade da existência humana. Isto é verdadeira doença, fraqueza, talvez um pecado contra o espírito. Os homens não podem viver diante de Deus como se vivessem diante do nada".

Deste modo temos que ter atitudes e sair do muro e parar de murmura todas as vezes que algo vai mal. O medo faz parte da natureza humana, mas não que seja uma coisa que empeça o homem de decidir o que e certo ou errado. Tanto na vida religiosa ou matrimonial existes seus altos e baixos. Como doenças, fraquezas e até mesmo desânimos.

A Igreja convida os noivos a se instruírem convenientemente acerca da dignidade do matrimônio bem como da função e do verdadeiro exercício do amor conjugal. Da mesma forma, a Igreja convida e instrui o casal a viver um noivado honesto, preparado pelo cultivo da castidade. Esta castidade leva a cada um à perfeita dignidade, bem como à verdadeira descoberta do outro. (Catecismo da Igreja Católica)

A castidade comporta uma aprendizagem do domínio de si, que é uma pedagogia da liberdade humana. A alternativa é clara: ou o homem comanda suas paixões e obtém a paz ou se deixa subjugar por elas e se torna infeliz. (CIC §2339). Com estes pequenos ensinamentos a igreja vai moldando os verdadeiros Cristãos Católicos. Os religiosos vivem um matrimonio com Cristo sem mancha procurando sempre ter esta sintonia com o Pai.

(...) Quem quiser percorrer o caminho da santidade, não necessita de novos "programas". O programa já existe: é o mesmo Cristo que deve ser conhecido, amado, imitado e anunciado. A atuação deste itinerário passa pela Eucaristia. Testemunham-no os santos que, na fonte inesgotável deste Mistério, dessendentaram-se em cada instante de sua vida, auferindo a força espiritual para realizar cabalmente a sua vocação batismal.( Carta Encíclica de João Paulo II Ecclesia de Eucharistia) Que possamos viver o verdadeiro chamado missionário de nossas vidas seja religiosa ou matrimonial.

Deus abençoe você!!!
Fundador Gleydson do Blog Verbo Pai
Verbo Pai

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